Loading
Astrolábio
Astrolábio
Teu amor latitudinal Me deixou sem norte Por cima de todo mapa austral
Vários objetos de navegação Mas o teu astrolábio Foi quem me deu direção Posição do teu lado Ao lado de minha razao
Quem me dera beijar tua boca Depois de mergulharmos ao céu do chão Um céu salgado como oceano Aumentou minha sede e minha pressão
Pressão alta me faz passar mal Mesmo que em teus lábios Eu não faça leitura labial Cura minha sede de ouro, metal
Ó pirata da barba invisível Teu telescópio tem miopia Teu astrolábio é imprevisível O teu tesouro tem menos valia
Mas como devo contatar em alto mar Tu, pirata loiro do olhar azul Vou tatuar o Cruzeiro do Sul No céu da minha boca pra orientar
Tua língua, ligo antes de Marte retrógrado Que é a hora que as gaivotas voltam Vamos sair num navio, ficar no cais Pra longe das ilhas continentais
Peixes tu nunca vai pescar Com esse teu jeitinho não sabe nem nadar
Ah ah, em cima do teu observatório Para ver terra a vista Teu olhar alheio ao mistério Que em mim carrego
Ah ah ah ah ah Do cais pra estibordo pra dentro do mar Meu mundo alheio à terra firme Que te define
Ah ah ah ah ah Do norte pro sul do sul pro oriente Onde tu oriente teu astrolábio Teu lábio na minha mente
Com tua visão abençoada do Pacífico Minha sede transborda como um rio Por um fio de esvaziar Do oceano ficar limpo
Astrolábio
Teu amor de latitude Me deixou perdido Acima de todo mapa do sul
Muitos instrumentos de navegação Mas teu astrolábio Foi quem me guiou Estar ao teu lado Ao lado da minha razão
Quem me dera beijar teus lábios Depois de irmos ao céu do chão Um céu salgado como o mar Aumentou minha sede e pressão
Pressão alta me faz sentir mal Mesmo que em teus lábios Eu não consiga ler teus lábios Cura minha sede de ouro, metal
Ó pirata de barba invisível Teu telescópio é míope Teu astrolábio é imprevisível Teu tesouro vale menos
Mas como devo te contatar no mar Tu, pirata loiro de olhos azuis Vou tatuar o Cruzeiro do Sul No céu da minha boca para orientar
Tua língua, ligo antes de Marte retrógrado Que é quando as gaivotas voltam Vamos sair num navio, ficar no cais Longe das ilhas continentais
Peixes tu nunca vai pescar Com esse teu jeito não sabe nadar
Ah ah, em cima do teu observatório Para ver terra à vista Teu olhar alheio ao mistério Que eu carrego
Ah ah ah ah ah Do cais para o lado do mar Meu mundo alheio à terra firme Que te define
Ah ah ah ah ah Do norte ao sul, do sul ao leste Onde tu orienta teu astrolábio Teu lábio na minha mente
Com tua visão abençoada do Pacífico Minha sede transborda como um rio Por um fio de esvaziar Do oceano ficar limpo