Loading
Água viva
Tem alguns dias aí, que ficam parecendo séculos Horas e minutos, anos e destinos Se o tempo funcionasse, andaria reto Mas nem tudo que funciona precisa seguir um ciclo
Quero sair da terra, enquanto tenho mágoas Até o apocalipse vir e junto o fim de tudo Enquanto estou viva, quero adentrar nas águas E mergulhar na escuridão do abismo do absurdo
Todos dizem "como é bom estar aqui!" Eu pergunto, em qual universo sofrer é sorrir? Não é no meu, pelo menos para mim Como é incrível poder não decidir!
Ah, a ironia, minha antiga amiga Caminhando nesses mares, como uma água viva Tão transparente que dava para ver as feridas E as feridas que se via não eram tão antigas
E se o seu ponto de vista estiver errado? O errado não existe, mas mesmo assim, repense Será que a existência é algo que deve ser questionado? E a essência por si só não existe desde sempre
Então, continue a viver essa sua meia vida Sua consciência que existe só na sua mente Morte viva, água viva, que existe ou existia Mas se não é pra pensar, por que criar seres inteligentes?
Eu não sou capaz de saber, e por isso que eu tento Uma ou duas respostas nunca serão suficientes Nem mesmo com a pergunta mais eu me contento A vida é mesmo um mar sem correntes?
Água viva, água morta, lava que queima e endurece Se a vida logo existe, então ela passa em um instante Eu quero pensar em tudo, mas esse tudo me entristece A vida não é matemática para ser uma constante
Nesse mar tão infindo, nunca existiu algo mais lindo Do que a vida que se prende a ciclos, mesmo na escuridão E será que essa vida tem um nome científico? Eu não sei, não posso desvendar meu coração
Uma medusa, uma mudança, uma vida, uma viagem Será que o caos é a falta de organização ou a falta de noção? Não há como contar, falta de simplicidade Falta de organização ou falta de foco e paixão?
O sol me queima e me transforma Em uma água morta, inexisto Sem vida e sem reação, nem importa Eu virei o mar, o oceano, tudo no estado líquido
Existem dias que parecem muito longos Horas e minutos, anos e destinos Se o tempo funcionasse, seguiria em linha reta Mas nem tudo que funciona precisa seguir um ciclo
Quero deixar a terra, enquanto estou triste Até que o apocalipse venha e traga o fim de tudo Enquanto estou viva, quero entrar nas águas E mergulhar na escuridão do abismo do absurdo
Todos dizem "como é bom estar aqui!" Eu pergunto, em qual universo sofrer é sorrir? Não é no meu, pelo menos para mim Como é incrível poder não decidir!
Ah, a ironia, minha velha amiga Caminhando nesses mares, como uma água-viva Tão transparente que dava para ver as feridas E as feridas que se via não eram tão antigas
E se o seu ponto de vista estiver errado? O errado não existe, mas mesmo assim, repense Será que a existência é algo que deve ser questionado? E a essência por si só não existe desde sempre
Então, continue a viver essa sua meia vida Sua consciência que existe só na sua mente Morte viva, água viva, que existe ou existia Mas se não é para pensar, por que criar seres inteligentes?
Eu não sou capaz de saber, e por isso que eu tento Uma ou duas respostas nunca serão suficientes Nem mesmo com a pergunta mais eu me contento A vida é mesmo um mar sem correntes?
Água viva, água morta, lava que queima e endurece Se a vida logo existe, então ela passa em um instante Eu quero pensar em tudo, mas esse tudo me entristece A vida não é matemática para ser uma constante
Nesse mar tão infindo, nunca existiu algo mais lindo Do que a vida que se prende a ciclos, mesmo na escuridão E será que essa vida tem um nome científico? Eu não sei, não posso desvendar meu coração
Uma medusa, uma mudança, uma vida, uma viagem Será que o caos é a falta de organização ou a falta de noção? Não há como contar, falta de simplicidade Falta de organização ou falta de foco e paixão?
O sol me queima e me transforma Em uma água morta, inexisto Sem vida e sem reação, nem importa Eu virei o mar, o oceano, tudo no estado líquido