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1675 (p.i)
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Toda vez que eu sinto o vento Ă como ver a aquarela Pintada pelos seus cabelos Que vibram a janela
Escuto cantos de pĂĄssaros VĂŽo pelos campos Das campinas de retratos Que vejo nos meus sonhos
Os sete morangos dentro da caixa A caixa que guardava seu fone Sem capa, sem borracha Que toda vez some
Quando vocĂȘ me morde Passo a lembrar do destino Hoje, jĂĄ toca acordes Mil seiscentos e setenta e cinco
VocĂȘ, sensĂvel Ă luz solar Leva ao fim da minha vida mortal SĂł esse teu olhar Para que o meu mal passe a se transformar
No meu paĂs do laticĂnio o seu Ă© capital de cafĂ© JĂĄ nem hĂĄ mais patrocĂnio Depois do fim da fĂ©
VocĂȘ Ă© vermelho, eu azul Eu norte, vocĂȘ sul
NĂłs duas no sudeste ainda faz um calor da peste Mas tudo bem, eu amo meu paĂs Se Ă© voce que me faz feliz
Um estado realmente importa? Se sempre chuto a porta sabendo nunca vou quebrar Se for para te salvar
Toda vez que eu aprecio o momento Ă quando estou com vocĂȘ Vermelho, seus cabelos Que combinam com esse clichĂȘ
Escuto sonares de morcegos Voando pelas cavernas Das campinas, conto a contagem Que vejo em nossas conversas
Quando vocĂȘ suga meu sangue Passo a lembrar do destino Hoje, jĂĄ escrevi antes Mil seiscentos e setenta e cinco
VocĂȘ, sensĂvel Ă luz solar Leva ao fim da minha vida mortal SĂł esse teu olhar Para que o meu mal Se transforme em te amar
Toda vez que sinto o vento
à como ver uma pintura Feita pelos seus cabelos Que balançam na janela Ouço påssaros cantando
VĂŽo pelos campos Das paisagens dos retratos Que vejo nos meus sonhos Os sete morangos na caixa
A caixa que guardava seu fone Sem tampa, sem proteção Que sempre desaparece Quando vocĂȘ me morde
Lembro do destino Hoje, jĂĄ toca mĂșsicas Mil seiscentos e setenta e cinco VocĂȘ, sensĂvel Ă luz do sol
Leva ao fim da minha vida Apenas esse seu olhar Para que meu sofrimento Comece a se transformar No meu paĂs de laticĂnios
O seu Ă© capital de cafĂ© NĂŁo hĂĄ mais apoio Depois do fim da fĂ© VocĂȘ Ă© vermelho, eu azul
Eu norte, vocĂȘ sul NĂłs duas no sudeste
Ainda faz um calor insuportĂĄvel Mas tudo bem, eu amo meu paĂs Se Ă© vocĂȘ que me faz feliz Um estado realmente importa?
Se sempre bato na porta Sabendo que nunca vou quebrar Se for para te salvar Toda vez que aprecio o momento
Ă quando estou com vocĂȘ Vermelho, seus cabelos Que combinam com este clichĂȘ Ouço morcegos
Voando pelas cavernas Das paisagens, conto as histĂłrias Que vejo em nossas conversas Quando vocĂȘ suga meu sangue
Lembro do destino Hoje, jĂĄ escrevi antes Mil seiscentos e setenta e cinco VocĂȘ, sensĂvel Ă luz do sol
Leva ao fim da minha vida Apenas esse seu olhar Para que meu sofrimento Se transforme em amor por vocĂȘ